Trinta e duas

A eterna Tao, é a simplicidade sem nome
apesar de pequena
o mundo não pode dominá-la

Se a nobreza a preservar
As dez-mil-coisas, por si mesmas, se controlam

Céu e Terra unem-se para destilar a gota de orvalho
E as pessoas, por si mesmas, se governam

Mas quando ocorre a limitação
Logo surge a necessidade de nomear
Quando a necessidade de nomear surge
Deve-se então saber parar
Sabendo-se parar, não perecerá

A Tao no mundo
é como um rio a correr para o mar

Adaptação livre de distinção de gênero, por Keylla García.