Vinte

Entre aceitar e repudiar, qual a diferença?Entre apreciar e desprezar, qual a distância?O que a humanidade teme, poderia não temer? Solidão! Quanto tempo durarás? As pessoas estão radiantes como se fossem à uma grande festaComo se saíssem à varanda na primavera Minha estrutura física não tem expressãoSou como uma criança recém-nascida que ainda não sabeContinuar lendo “Vinte”

Vinte e uma

A abrangência da vacuidade provém inteiramente da TaoA Tao gera todas as coisas de forma caótica e obscuraCaóticas e obscuras são as suas imagensE dentro dessa profunda obscuridade há uma essênciaA essência é absolutamente autênticaE dentro dela há uma sementeDesde a antiguidade até hoje o seu nome nunca foi esquecidoAtravés dela observa-se a origem deContinuar lendo “Vinte e uma”

Vinte e duas

Curvar-se permite a plenitudeSubmeter-se permite a retidãoEsvaziar-se permite completar-seRomper permite a renovaçãoPossuir pouco permite a aquisiçãoPossuir muito permite a ganância Por isso, a pessoa sábia:Abraça a Unidade e se torna um modelo sob o céuNão quer brilhar, por isso atinge a iluminaçãoNão quer nada para si, por isso é resplandecenteNão busca a fama, por issoContinuar lendo “Vinte e duas”

Hexagramas Kan e Yi – Como lidar com situações difíceis que não podem ser evitadas?

Na madrugada de sábado pra domingo consultei o I Ching sobre meus medos e inseguranças em relação a probabilidade de ter uma doença autoimune. Escolhi deliberadamente ler o Hexagrama Kan, ao invés de sortear com moedas como costumo fazer… Porque escolhi este Hexagrama? Estou prestes a completar 36 anos (em março), na medicina chinesa asContinuar lendo “Hexagramas Kan e Yi – Como lidar com situações difíceis que não podem ser evitadas?”

Qian

Este é o primeiro hexagrama do I Ching organizado pelo Rei Wen na sequência zhōu yì e é o hexagrama 63 na sequência gû yì organizada por Fu Xi. Os trigramas céu sobre céu fornecem a noção de espaço e de tempo. Percebemos o espaço ao observar o céu e percebemos o tempo ao observarContinuar lendo “Qian”

Sessenta e duas

A poesia sessenta duas fala sobre a imparcialidade da Tao, diferente de outras culturas a Tao não favorece ou desfavorece alguém apenas pelo bondade ou maldade de seus atos. Por mais difícil que possa ser compreender isso, quando olhamos ao nosso redor este raciocínio explica porque muitas pessoas passam pela vida impunes.